
Compilar um esquema criptografado, evitando que o esquema de um banco de dados OpenBASE possa ser visualizado pelo usuário, proporcionando maior segurança e restrições de acesso aos bancos de dados.
define –x <chave> <nome do esquema criptografado>
-x <chave> Chave é senha utilizada na criptografia do esquema.
Visando melhorar o controle de acesso a um esquema de um banco de dados OpenBASE, foi feito uma opção de compilação de um esquema criptografado, gerado a partir da função ENCRYPT da Opus, conforme exemplo abaixo.
O exemplo a seguir, é um programa em Opus, que faz a criptografia de um esquema.
Este programa recebe como parâmetros, o esquema do banco sem ser criptografado, o esquema do banco a ser criptografado e uma senha de criptografia.
prog criptografia
parameters esqnor, esqcri, chave
private dynamic var1
private dynamic var2
x = memoread (esqnor, var1) && Carrega na variável var1 conteúdo de esqnor
l = len (var1)
do while l %8 < > 0 && o tamanho da cadeia criptografada deve ser multiplo de oito
var1 = var1 + " "
++l
enddo
var2= encrypt (var1,chave,1) && função que criptografa a cadeia, var1,utilizando x
* a senha chave, e atribuindo o resultado a variável var2.
x= memowrit (esqcri, var2) && grava no esquema criptografado esqcri, o
* conteúdo de var2 já criptografado pela função encrypt
Após compilar o programa acima, deve-se executar o comando:
criptografia esqnor esqcri, abc.
Onde:
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define –x abc esqcri |
Compila um esquema criptografado (esqcri) |
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Criptografa |
Programa executável que faz a criptografia. |
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Esqnor |
Nome do esquema normal, sem ser criptografado. |
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Esqcri |
Nome do esquema a ser criptografado. |
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Abc |
Senha a ser utilizada na criptografia. |
