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-g |
Indica que os registros com tipo T8, serão gravados com a data e hora do sistema operacional. |
bdlidi [-S] -b<banco> -s<seg> -n<nivel> {-d<data-hora> | -t<numero>} [-a<diario>] [-y]
O utilitário bdlidi, aceita as opções -n<nivel> e -s<seg>, na abertura de banco de dados, onde:
<nivel> é a palavra de nível do usuário, especificado no esquema. Se omitido, será considerado o valor "a".
<seg> é o código de segurança do banco, especificado no esquema. Se omitido, será assumido o valor 1.
bdredi -b<banco> -s <seg> -n <nivel> [-r] [-a<diário>] [-y<numero> -f<arquivo>]
{-d<data-hora> | -t<numero1>} [-e] [-O]
O utilitário bdredi, aceita as opções -n<nivel> e -s<seg>,na abertura de banco de dados, onde:
<nivel> é a palavra de nível do usuário, especificado no esquema. Se omitido, será considerado o valor "a".
<seg> é o código de segurança do banco, especificado no esquema. Se omitido, será assumido o valor 1.
Novos parâmetros foram adicionados na inicialização do programa bdsgbd, como a definição do tamanho da memória compartilhada, e inibição da mensagem que o bdsgbd já está carregado. O bdserv, pode ter sua localização (percurso), informada assim como o tamanho máximo da mensagem recebida.
O bdsgbd pode ter os parâmetros:
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-d |
Indica que será gravado o diário. |
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-a<diario> |
Onde diario é a localização do diario. |
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-e |
Indica para esvaziar o diário |
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-m<numero> |
Indica o tamanho da memória compartilhada |
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-s |
Indica no Windows que a mensagem de erro "OpenBASE Server already running" não deve ser emitida |
Para que o OpenBASE seja acessado no Windows 9X / NT / 2000, o programa bdsgbd.exe deve estar inicializado. O arquivo bdserv.exe deve ser inicializado caso o Windows trabalhe como servidor de banco de dados.
Os programas bdsgbd e bdserv devem ser iniciados como serviços no Windows.
No Windows 9X deve ser incluída no registry a chave:
Hkey_LM\Software\Microsoft\Windows\Current\Version\RunServices
O nome do valor será: bdsgbd e o valor será: c:\usr\tsgbd\bdsgbd.exe
O nome do valor será: bdserv e o valor será: c:\usr\tsgbd\bdserv.exe
Criar um esquema SQL, a partir do dicionário de dados de um banco OpenBASE.
bdSQL OPENBASE –b <banco> [-s <seg>] [-n <nivel>] –g<saida>
<banco> é o nome do dicionário de dados OpenBASE.
<seg> é o código de segurança - Default = 1
<nivel> é a palavra de nível – Default = a
<saida> é o arquivo onde é gravado o esquema do banco SQL.
<saída1> é o arquivo onde são gravados os comandos CREATE INDEX do banco SQL.
Utilitário necessário para se gerar um esquema de um banco SQL, a partir de um dicionário de dados OpenBASE. Com isso, tal banco SQL pode ser acessado pela OPUS via comandos ODBC.
bdveri -b <banco> [-s <segurança>] [-n <nível>] [-a <arq_ban>] [-O] [-e] [-z]
[-v<valor] [-i{<nome>|<num2>}I-f] [-c] [-l]
bdveri -b[<percurso>] <nome_banco>.-t
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-l |
A opção -l indica que o banco será aberto em modo 2 (compartilhado) ao invés de modo 3 (exclusivo). Com isso, é possível se executar o bdveri mesmo que o banco de dados esteja em uso por outro processo. |
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-t |
A opção –t indica que para um banco com a opção de espelhamento, serão verificados os arquivos originais e seus espelhos. As duas bases de dados devem estar atualizadas e compatíveis. |
bdindc ... –b <banco> [-s <segurança> [-n <nível>] [-a <arq_ban>
[-S] [-i {<nome>|<número1>}] [-c] [-v <valor> | -r [ -m <numero>]] [-O | -o] –l
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–l |
Indica que o banco será aberto em modo 2 (compartilhado) no lugar de modo 3 (exclusivo), assim permitindo que o e bdindc seja executado mesmo que o banco esteja em uso por outro processo |
Novos parâmetros foram adicionados na inicialização do programa BDSERV, como a definição do tamanho da memória compartilhada, e inibição da mensagem que o bdsgbd já está carregado. O bdserv, pode ter sua localização (percurso), informada assim como o tamanho máximo da mensagem recebida.
O bdserv pode ter os parâmetros:
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-s<caminho> |
Onde caminho é a localização do programa. Exemplo: c:\usr1\bdserv.exe Valor default: c:\usr\tsgbd\bdserv.exe Se o bdserv estiver no diretório c:\usr\tsgbd, esta opção não é necessária para carregá-lo |
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-b<num> |
Onde num é o tamanho máximo da mensagem. Valor (default = 1000). Esta opção do BDSERV, só terá efeito, se o bdserv no servidor e as bibliotecas no cliente (libfacbib.lib ou cliwin32.lib), estiverem na mesma versão. |
Para que o OpenBASE seja acessado no Windows 95. Ou Windows NT, o arquivo bdsgbd.exe deve estar inicializado. O arquivo bdserv.exe, deve ser inicializado, caso o Windows (95 ou NT) trabalhe como servidor de banco de dados.
Os programas bdsgbd e bdserv devem ser iniciados como serviços no Windows.
No Windows 9X, incluir no registry com o regedit a chave:
Hkey_LM\Software\Microsoft\Windows\Current\Version\RunServices
O nome do valor será: bdsgbd e o valor será: c:\usr\tsgbd\bdsgbd.exe
O nome do valor será: bdserv e o valor será: c:\usr\tsgbd\bdserv.exe
Retira o processo bdserv filho (fork) do ar quando uma aplicação cliente se conecta ao bdserv e permanece um determinado tempo sem se comunicar.
nonhup bdserv –t<tempo> &
<tempo> indica o tempo em segundos, que o bdserv inicializado por uma aplicação cliente, deva permanecer no ar, sem haver comunicação.
Esta opção é útil, caso uma aplicação "cliente", se conecta ao bdserv, criando um processo filho (fork) do bdserv, e tal conexão não é encerrada (disconnect), devida saída anormal da aplicação cliente.
nohup bdserv –t 3600
O processo bdserv filho, terminará após 3.600 segundos (1 hora) sem comunicação
Para que esta opção do bdserv funcione, é necessário que no programa cliente seja especificado:
set alarm to [<tempo>] na OPUS ou
AlarmeServidor(<tempo>) na Cliwin32.dll
onde:
<Tempo> é o número de segundos que o bdserv filho permanece ativo sem comunicação.
Na OPUS, "set alarm to" e na Cliwin32.dll, AlarmeServidor(-1) retornam aos defaults (tempo infinito).
Converte arquivos com extensão ".dbf" (Clipper, Dbase, Dialog ou FoxBase) para um arquivo OpenBASE ou arquivo externo. Novas opções foram adicionadas a este utilitário, visando agilizar tal conversão.
bdcdbf –a<arq_dbf> [-b <banco>]
[-c <numero>][-t N l S] –f –d [F l B] –l <esquema> -S –w<aa>
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-a <arq_dbf> |
nome do arquivo .dbf. |
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-b <banco> |
nome do Banco de Dados que será criado. Caso se omita, assume o valor xxxxxx. |
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-c <número> |
indica o número do item que corresponderá a chave. Caso se omita, assume o valor 1. |
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-I |
inverte os números binários lidos. |
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-t [N | S] |
indica o tipo para dados numéricos gerados (N ou S). Caso se omita, assume o valor N. |
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-f |
indica a conversão do arquivo para um arquivo externo tipo L da OPUS. |
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-d |
determina a conversão de dados tipo DATA, sendo F para FRENCH e B para BRITISH. Caso se omita, assume o valor F. |
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-l |
Indica que o nome dos itens serão convertidos para letras minúsculas, no esquema a ser gerado. |
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-s <esquema> |
Indica o nome do esquema a ser gerado, que não será esvaziado, a cada execução do utilitário bdcdbf. |
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-S |
Indica que todos os arquivos com extensão DBF (arquivo.bdf), serão convertidos para <arquivo> _.S, para que sejam recarregados de uma só vez pelo utilitário bdadic ( –z –S). |
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-w <aa> |
Indica que na conversão de uma data com 2 dígitos no ano, que os valores do ano (aa) lidos e menores ou igual a <aa>, serão convertidos para 19aa. Já os valores do ano (aa) lidos e maiores que <aa> serão convertidos para 20aa. |
bdcdbf –b<banco> -a produtos.dbf –l –s esquema.esq –S
Descarrega um arquivo em um banco OpenBASE, de forma que os dados são gerados na forma de comandos SQL.
bddesc –b <banco OpenBASE> [-s<codigosegurança][-n<pal.nivel>]
-a [nome do arquivo do banco OpenBASE]
-g [arquivo com dados descarregados] –q
A opção –q é útil, quando se necessita descarregar dados de arquivo (s) OpenBASE (ou de todo o banco OpenBASE), já que os dados são gerados na forma de comando SQL:
INSERT INTO <arq> VALUES (<val1>, ... ,<valn>)
bddesc –b exemplo –atabela –gsaida –q && descarrega o arquivo tabela.
bddesc –b exemplo –S –q && descarrega todos arquivos do banco.
