
Um programa em OPUS deve ser constituído de pelo menos um módulo principal (PROGRAM) ou ser dividido em módulos. Os módulos podem ser sub-rotinas (PROCEDUREs) e/ou funções definidas pelo usuário (FUNCTIONs). Os programas-fontes em OPUS podem ser escritos de três maneiras:
Esta é a forma mais aconselhável, pois, além de possibilitar que para cada fonte seja gerado um programa-objeto e que este seja identificado pelo programa-fonte que o gerou, permitindo uma compilação mais rápida.
Esta é uma maneira de declarar em um único programa-fonte vários módulos que serão compilados, gerando um único programa-objeto.
Programando-se desta maneira perde-se muito tempo em compilação, pois se um programa-fonte possui 20 módulos e altera-se um módulo, todos os 20 serão compilados para gerar o programa-objeto.
Esta é uma forma de armazenar todos os programas-fontes (biblioteca de fontes) de um sistema em um único arquivo, bastando, para isso, que cada módulo dentro da biblioteca seja precedido do caractere % (percentual), mais o nome do módulo na primeira coluna da linha.
Notas:
